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Catoca marcha contra a Sida e estigmatização
 

As cores branca e a vermelha destacavam-se na decoração do recinto de Lazer de Catoca que acolheu a mesa redonda, antecipada de uma marcha, ao passo que o laranja se destacava nos trajes. Perto de uma centena de pessoas, entre trabalhadores e colaboradores de Catoca e convidados, fizeram-se à rua com apelos à não descriminação das pessoas vivendo com o vírus da SIDA. Foram aproximadamente 2km, do portão principal de entrada ao Lazer. Seguidamente a Dr.ª Júlia (Médica Russa) e a Dr.ª Estefânia (Angolana) falaram sobre: Nutrição para pessoas vivendo com a doença e Direitos humanos no contexto do VIH/SIDA.

A jornada alusiva ao 1.º de Dezembro, Dia Internacional da Luta contra a SIDA, teve início na quinta-feira (01.12), com a entrega de material educativo aos trabalhadores, e o seu epílogo hoje, 03.12, com a realização da marcha e mesa redonda.

Representantes da OMA, da Enfermaria Militar da Lunda Sul, da Direcção da Família e Promoção da Mulher e do Hospital Provincial da Lunda Sul honraram o evento com suas presenças.

Isaac Savumbi, Director Geral do Hospital Provincial da Lunda Sul, também participou da marcha e da mesa redonda tendo valorizado a acção nos seguintes termos: " É importante que as empresas assim procedam para que possamos todos reflectir, procurar mecanismos que levem todos a ser agentes educadores a fim de expandir a informação preventiva a todos os cidadãos. Só assim haverá mudança de atitude que levará a diminuição dos índices de contaminação", disse. O também médico referiu-se ainda à eliminação da estigmatização. "É preciso aceitar as pessoas portadoras como homens e mulheres normais que dão e podem dar ainda o seu contributo máximo para o desenvolvimento da sociedade. É importante, por exemplo, que as pessoas não tenham medo de confirmar o seu estado serológico, temendo pela perda do emprego. Há leis que protegem os sero-positivos", assegurou.

Na mensagem, a médica Estefânia Lourenço realçou, entre vários assuntos, a luta contra a estigmatização. "Alguns males como o preconceito, o estigma e a violação dos direitos das pessoas infectadas e a afectadas favorecem condições para a vergonha, medo, a marginalização dos infectados e para proliferação da epidemia…" a também ponto focal em Catoca apelou para o diagnostico precoce da infecção pelo VIH através do acesso à testagem voluntaria, Acesso universal ao tratamento com anti-retrovirais, Generalização do acesso as medidas de prevenção incluindo a prevenção vertical (de mãe infectada para o filho) e Apoio e cuidado às pessoas vivendo com o VIH/SIDA




 
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