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VICE DO AMBIENTE ELOGIA ESFORÇOS AMBIENTAIS DE CATOCA
 

Constatar e avaliar o impacto ambiental da exploração de Catoca para possíveis auditorias ambientais foi o objectivo que levou o vice-ministro angolano do ambiente, ao empreendimento mineiro em Janeiro último.

O governante reconheceu não ter havido, aquando do surgimento das empresas diamantíferas, estudos de impacto ambiental, razão pela qual iniciam agora uma campanha que se vai estender a outras empresas do sector mineiro e da construção.

Referindo-se aos esforços ambientais de Catoca na minimização do impacto da sua exploração, Sianga Abílio assegurou que gostou do que viu, no tocante a não contaminação e uso racional da água, criação de viveiros para reflorestação de áreas devastadas, entre outras medidas.

“Gostamos de muita coisa que vimos e que pode ser aconselhada a outros empreendimentos, mas vamos também deixar recumendações” disse acrescentando que a exploração mineira é útil para o desenvolvimento do país, mas é importante que haja medidas ambientais eficazes e neste momento é nossa preocupação saber o que será do buraco uma vez terminada a exploração do Kimberlito.

Interrogada sobre o futuro da mina, depois de explorado o kimberlito de Catoca, a responsável ambiental, Engenheira Engrácia Soito João, afirmou que “as ideias convergem para a transformação do local em área turística, aproveitando a água do rio que cortava a mina e repovoando os taludes com vegetação silvestre e de ornamentação”.

A engenheira ambiental elogiou o elevado nível de consciência ambiental da direcção de Catoca e anunciou, por poutro lado, a celebração de um contrato de consultoria ambiental com uma empresa vocacionada para o efeito.

No fim da visita, Sianga Abílio recomendou a adopção do “Custo de abandono” que é uma reserva financeira que as empresas exploradoras de matérias primas normalmente acumulam ao longo do tempo de vida últil do empreendimento para fazer face ao período de desmobilização e investir na reposição paisagística e ambiental. A prática é já corrente em empresas petrolíferas que operam em Angola, segundo o governante.


 
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