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Catoca investe mais de US$ 2 milhões anuais em acções sociais.

 
No cômputo geral, as acções de responsabilidade social da Catoca já somam 4 escolas primárias, dois centros de saúde, mais de 70 hectares cultivados com mandioca, batata e ananás, 300 casas que podem ser adquiridas a título de crédito, fornecimento de água a mais de 20 mil famílias, construção de um centro infantil, o que torna a empresa o parceiro certo do Governo na satisfação das necessidades das populações.

A Sociedade Mineira de Catoca, o quarto maior kimberlito do mundo, investe todos os anos, em média, 2,3 milhões de dólares em acções de responsabilidade social. Em 2015, a empresa vai dinamizar acções e iniciativas de geração de renda nas comunidades, de acordo com a chefe de Sector de Responsabilidade Social e Relação com as Comunidades, Sandra Monteiro. De acordo com a responsável, a ideia central é identificar nas comunidades actividades, ou pequenos negócios que podem gerar rendimentos às famílias, para além da agricultura. Sandra Monteiro assegura que a sociedade mineira de Catoca alinha a sua estratégia de responsabilidade social aos objectivos do Executivo: o da redução da fome e dos índices de pobreza das famílias nas zonas rurais.

Catoca é que concebeu e tornou uma realidade na província da Lunda Sul o Programa de Merenda Escolar. São produzidas e distribuídas diariamente mais de 30 mil merendas, que beneficiam igual número de alunos do ensino primário e 250 idosos do lar da terceira idade de Saurimo.
Este projecto, de acordo com Sandra Monteiro, tem contribuído para a redução dos índices de absentismo nas escolas, principalmente nas que se encontram um pouco afastadas do casco urbano de Saurimo. Nalgumas localidades, as escolas também foram construídas por Catoca. “Como eram zonas de difícil acesso, a empresa tratou de arranjar as estradas através da terraplanagem, para permitir que a merenda chegue aos alunos todas as manhãs, de segunda a sexta-feira”, explica Sandra Monteiro.
Além da construção de escolas, o fornecimento da merenda escolar e a terraplanagem das vias de acesso às aldeias, o Departamento de Sustentabilidade (Segurança no Trabalho, Saúde Ocupacional, Ambiente e Responsabilidade Social) da diamantífera também mobilizou meios para construir em cada localidade, a par de escolas, um centro de saúde e um sistema de água tratada para servir as comunidades. No cômputo geral, as acções de responsabilidade social de Catoca já somam 5 escolas primárias, dois centros de saúde, duas bibliotecas escolares, mais de 70 hectares cultivados com mandioca, batata e ananás, 300 casas que podem ser adquiridas a título de crédito, fornecimento de água a mais de 20 mil famílias, construção de dois centros infantis (um comunitário e outro na cidade de Saurimo), o que torna a empresa o parceiro certo do Governo na satisfação das necessidades das populações.

A satisfação de quem “vê o brilho do diamante”

Os benefícios de albergar a quarta maior mina diamantífera do mundo são visíveis em todas áreas da província, pois as acções de responsabilidade social de Catoca abrangem quase tudo, desde o facto de ser o segundo maior empregador da província (primeiro é o sector público) até à resolução de questões pontuais da vida dos habitantes.
O soba da aldeia de Ngando, Luís Manhica Sacalongo, mostra-se efusivamente satisfeito por, apesar de estar distante da capital, a 35 quilómetros, Catoca ter construído uma escola de 6 salas, um posto médico e um sistema de tratamento de água para o consumo.
A autoridade máxima de Ngando apela a Catoca a continuidade das acções, abrangendo outras aldeias que também necessitam das mesmas infra-estruturas, principalmente o posto de saúde, porque a população evita percorrer grandes distâncias à procura de tratamento.

Catoca desenvolve ainda, em parceria com o governo da Lunda Sul, outros programas bastante ambiciosos como o PADES- Programa de Desenvolvimento Económico e Social – cujo foco é a reprodução e produção de mandioca em grande escala, distribuição de sementeiras melhoradas produção de tilápia. Até ao momento, mais de mil famílias e associações de camponeses foram beneficiadas com essas sementeiras de alto rendimento e colheitas precoces, estando em fase de captura os primeiros cacussos (tilápia) nascidos e crescidos nos tanques de Mona-Quimbundo, 75 km de Saurimo. Outro projecto é o de “Desenvolvimento Desportivo” que visa a massificação de várias modalidades na província da Lunda Sul.




 
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