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A Visão e os desafios de Catoca para os próximos anos

 

Perante qualquer empresa que actue num mercado dinâmico colocam-se desafios, sendo certo que a transposição dos mesmos requer a formulação de uma visão empresarial objectiva, de forma a perspectivar um caminho sustentável para a redução das incertezas do futuro.

No que concerne a Catoca, os desafios estão ligados a:
• Aumento da profunidade da mina, que se traduz na diminuição das reservas do minério e consequentemente o encurtamento do tempo de vida útil do projecto,
• Aumento da dureza do minério e consequentemente da complexidade das operações de exploração à céu aberto por força da estrutura geológica pouco amigável dos horizontes subjacentes;
• A dinâmica crescente dos preços dos equipamentos e materiais indispensáveis para a produção;
• O envelhecimento da chamada mão-de- obra operacional;

Desafios a curto prazo:
1. Mercado – Caracterizado por alguma incerteza relativa a taxas de crescimento dependentes de factores como estabilização dos índices de procura e de evolução dos preços

2. Custos de contexto – Aumento do preço dos bens e serviços em Angola devido a custos de contexto:
ß Escassez de bens críticos necessários à actividade de exploração mineira,
ß Forte dependência das importações e reduzida oferta de fornecedores locais,
ß Reduzida maturidade de mão-de-obra local.

3. Custos de produção – Aumento dos custos de produção devido a:
ß Aumento da profundidade da mina,
ß Aumento da dureza da rocha,
ß Distância média de transporte,

4. Estabilidade funcional – Necessidade de atingir / manter a estabilidade funcional:
ß Trabalhos de instalação do 3º moinho da Central no Tratamento do Minério,
ß Estabilização da fábrica de recauchutagem e recuperação de pneus,
ß Eliminar atraso na remoção de estéril,
ß Performance das operações das Centrais de Tratamento do Minério e das fases I e III da correia transportadora,
ß Disponibilidade técnica dos equipamentos,

5. Compliance com melhores práticas – compromisso de alinhamento com as melhores práticas – implementação SIG, actualização de manuais de funcionamento, compliance fiscal e reforma tributária. 6. Mão-de-obra – Qualificação de mão-de-obra capacitada e formada.


Nesta conformidade, para enfrentar tais desafios a empresa formulou em 2010 a visão 2020, cujos objectivos estratégicos são:
1. Estar entre as três maiores mineradoras diamantíferas do mundo,
2. Ultrapassar 1,3 bilhão de dólares de facturamento,
3. Multiplicar por 3,5 o valor de Catoca de 2010,
4. Manter o foco no core business de diamante sem abdicar de explorar as oportunidades adjacentes.

Esta visão assenta sobre 5 pilares estratégicos a saber:
1. Estabilidade do fluxo de caixa,
2. Aumento de reservas de diamantes,
3. Avanço na cadeia de valor,
4. Flexibilização do ambiente regulatório,
5. Capacitação da organização,

Novas concessões mineiras e resultados esperados

Decorrem ao nivel das novas concessões, os mais variados trabalhos que constituem a fase de prospecção, com vista a obtenção de dados e informações geológicas que não só forneçam indicações objectivas sobre o potencial mineiro dessas concessões, mas levem sobretudo à descobertas de reservas exploráveis que possam dar origem a novas minas.

Os trabalhos têm sido bastante positivos desde o ponto de vista do descarte sustentado das áreas estéreis, até à produção de dados e informações cuja interpretação levou a descoberta e reconhecimento de vários kimberlitos.

Nesta fase, ainda é prematuro avançarem-se resultados definitivos, porém, há indicadores promissores, sobretudo, na concessão de Luaxe, onde onde foram descobertos pelo menos três kimberlitos mineralizados de tamanhos significativos e com elevado potencial.

Mina de Tchiuzo: Uma nova etapa da empresa

O Tchiuzo representa uma nova página na história da exploração de diamantes a partir de jazigos primários em Angola. Vai certamente ficar marcada como a terceira exploração kimberlítica depois de Catoca e do Camatchia-Camagico (Luó). De acordo com a calendarização planeada, espera-se que até ao mês de Julho do corrente ano seja feita a mobilização dos recursos para financiar o projecto. Essa operação está dependente do resultado de um conjunto de discussões e diligências que estão em curso, com vista a melhorar os índices de rentabilidade do projecto e a diminuição do factores de risco sob os quais está exposto.

Sequencialmente, o segundo semestre de 2014 é indicativo para o inicio da mobilização de pessoas e equipamentos para o arranque da construção e montagem das infraestruturas, seguidas das operações mineiras e de beneficiamento.

A pesar de ser difícil oferecer muita precisão, pode-se projectar o I semestre de 2016 como o período em que o primeiro diamante do Tchiuzo sairá à luz do mercado internacional.

Internacionalização de Catoca

A internacionalização de Catoca, está enquadrada na visão 2020 e consiste essencialmente no aproveitamento de todo o potencial e o know how assimilado por Catoca ao longo dos seus anos de operação em Angola, para operar em novas geografias fora das fronteiras de Angola.

Sendo certo que tal facto visa atender a necessidade do aumento de reservas diamantíferas, por um lado, também é por outro lado uma forma de internacionalização da marca Catoca de forma a maximizar os seus ganhos através do aproveitamento das oprortunidades existentes em outros países onde o contributo de Catoca enquanto empresa de dimensão mundial, pode ser benéfico para as respectivas economias.

O Zimbabwe e a RDC, foram eleitos com prioridade na fase inicial. Até ao momento, os maiores engajamentos foram direcionados para o Zimbabwe onde já iniciou uma cooperação salutar com a ZMDC ( Zimbabwe Mining Diamond Corporation), ao abrigo de um Acordo intergovernamental entre os governos dos dois países.

Catoca já realizou um estudo de análise de dados sobre algumas concessões no Zimbabwe e espera negociar nos próximos tempos um acordo para constituição de uma Jonit Venture com a ZMDC de modo a poder obter concessões para prospectar à luz da legislação zimbabweana.

Responsabilidade Social

A responsabilidade Social é uma preocupação inerente ao próprio DNA de Catoca. Neste âmbito, as políticas orientam actuações em dois sentidos, a saber:
1. A responsabilidade social interna, caracterizada por acções ligadas a maximização das condições sociais dos trabalhadores e das suas respectivas familias, impactando nesse sentido mais de dez mil pessoas, através de programas activos, tais como o seguro de saúde, o Fundo de pensões privativo; o programa habitacional, programas de formação e bolsas de estudo entre outros.
2. A responsabilidade social externa, caracterizada pela assistência às comunidades com água canalizada; apoio às escolas com mateiais didácticos e incentivo aos professores; ofertas de salas de aula e posto médico comunitário; oferta de leite de soja e pão para merenda escolar; Patrocínio de acções no domínio do desporto, do teatro e de outras modalidades culturais, bem como programas de parceria com o Governo Provincial, com destaque para o PADES ( Programa de Apoio ao desenvolvimento Economico Social da Lunda Sul), que consiste no combate à pobreza, através da produção em grande escala da Mandioca e outros Produtos, bem como da Piscicultura para a autosustentabilidade das populações e obtenção de renda adicional.

A preocupação com o ambiente é também pertinente em Catoca. Em todo o acto de mineração há sempre um sentido de preservação do ambiente em Catoca. Nesta esteira, Catoca obteve a certificação ISO 9001:208 e espera receber este ano uma certificação da ISO 14000.

Catoca em 2013

O ano 2013 foi marcado por uma série de eventos e condicionalismos internos e externos, que exigiram esforços suplementares, graças aos quais a empresa obteve bons resultados, tendo em alguns casos superado os indicadores planeados.

Em 2013, a empresa extraíu mais de 4.800.000 de m³ tratado cerca de 10 milhões de toneladas, das quais foram extraídos mais de 6 milhões de quilates de diamantes.

Para o ano 2013, as contribuições de Catoca para os cofres do estado, continuaram a situar-se acima dos 100 milhões de dolares.


 
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