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CATOCA troca experiência e lança certezas sobre seu futuro

 

A Sociedade de Mineira de CATOCA efetivou, recentemente, um desejo e avançou certezas sobre uma nova área de exploração de diamantes, abrindo o véu sobre o futuro da Empresa a médio prazo.

O desejo da companhia foi partilhar experiências com outros actores ligados ao sector mineiro de Angola, especialmente os que actuam no subsector de diamantes nos diferentes domínios da sua cadeia.

A oportunidade aconteceu durante quatro dias (11 a 14 de Outubro) ao participar da quarta edição da Feira Internacional de Minas de Angola, que decorreu em Luanda.

"Na FIMA 2012, procurámos trocar experiências, bem como mostrar e dar a conhecer aos expositores as potencialidades de recursos existentes no país", disse Pedro Capumba, o comissário da Empresa à feira.

Ao falar a jornalistas, Pedro Capumba mostrou-se confiante com a dinâmica actual de produção de CATOCA.

"A nossa empresa tem uma produção que visa manter a sustentabilidade e garantir o desenvolvimento, assim como alcançar os níveis de produção preconizados. A produção é linear, embora com médias flutuantes, mas consegue-se manter o nível anual", referiu.

"CATOCA tem traçada a sua estratégia denominada '2020', a curto e longo prazo, que visa a implementação do programa de diversificação do sector, o aumento dos níveis de produção e a melhoria da qualidade produção. Este programa tem como bases seis projectos que consistem na identificação de zonas geológicas e na produção de diamantes. Os primeiros passos para a sua execução já foram dados. Para tal a nossa empresa tem salvaguardado três aspectos nomeadamente produzir, conservar o meio ambiente e dar sustentabilidade a projectos sociais e apoiar as zonas próximas do projecto", acrescentou.

O Director Geral de CATOCA, Ganga Júnior, valorizou também a troca de experiências.

"Foi de grande interesse vermos que nesta edição participaram mais empresas do que nas anteriores. Do ponto de vista de interesse científico, o conjunto de workshops e os temas abordados ajudarão a que exista uma melhor organização do sector mineiro", disse. "Nesta edição, a nossa preocupação foi a de encontrar parceiros, na medida em que temos trabalhado na aquisição dos recursos necessários para a diversificação da nossa actividade como mineradora", referiu. Em Luanda, CATOCA lançou também certezas sobre a possibilidade da ampliação da sua área de actuação, no momento em que crescem apelos a que investidores olhem a exploração além diamante.

"Nossa prioridade, no tocante à expansão da nossa actuação é em torno do arranque do projecto Tchiuzo, na província da Lunda Norte. Arrancará no ano 2014. No momento, estão a decorrer os trâmites necessários para que infalivelmente a mina comece a funcionar no prazo estabelecido", informou.

Em relação a outros minérios, o Director Geral definiu um cenário viável através de parcerias. "Penso que, numa fase posterior, com a situação da evolução da nossa actividade de prospecção, se encontrados outros minérios, como ouro por exemplo, teríamos de atacá-los com o estabelecimento de parcerias para o efeito. O nosso objectivo actual é focarmo-nos no nosso core business, que é a exploração de diamantes", defendeu. Entretanto, ao longo da FIMA 2012, CATOCA estabeleceu um pavilhão em formato aberto, com três entradas (fontal e laterais) e uma divisória central, ao qual foram partilhadas informações sobre a empresa. O espaço, permitiu que CATOCA figura-se também entre as empresas nomeadas para os premios do certame.

Entre o material partilhado figurou o relatório e contas da empresa, que teve ampla divulgação da imprensa destacada no evento.

De acordo com excertos do documento trazido nos medias, CATOCA facturou em 2011 mais de 600 milhões de dólares na comercialização de 6,7 milhões de quilates de diamantes, representando 87 por cento do volume de vendas. Em 2010 a facturação de CATOCA atingiu 527 milhões de dólares com a venda de 6,8 milhões de quilates, representando 86 por cento do volume de transacções de diamantes angolanos. No quadro do seu programa denominado "Visão 2020", a empresa investiu 54 milhões de dólares em equipamentos. O programa prevê o incremento de várias acções, nomeadamente, o sistema integrado de gestão para o meio ambiente, a saúde ocupacional e segurança no trabalho e a avaliação de desempenho e produtividade dos recursos humanos. Além disso, CATOCA deu sequência à execução de projectos de exploração Quitúbia, Gambo, Tchiafua, Vulege e Luangue, nas províncias da Lunda-Norte, Lunda Sul e Kwanza-Sul. A FIMA 2012, que proporcionou a CATOCA a partilha de experiência e informação sobre nova exploração, teve como objectivo o incentivo e promoção de investimento com a reactivação e relançamento da produção diamantífera e do sector em Angola, apresentação de novos produtos e das soluções tecnológicas aplicáveis ao sector, em particular, que visam aumentar a sua competitividade internacional.

A quarta edição da Feira Internacional de Minas de Angola (FIMA), promovida conjuntamente pelo Ministério da Geologia e Minas, ENDIAMA.EP, SODIAM, CATOCA e a FIL, contou com quase cem expositores de vários países e teve como objectivo incentivar e promover o investimento com a reactivação e o relançamento da produção diamantífera e do sector mineiro.

 


 
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